janeiro 10, 2006



Não quero mais saber do silêncio das tardes quietas demais de verões vazios. Não quero - ou quero? - saber mais da solidão.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

a solidão nos abraça, sempre.
[pra nos sufocar - deixa preso em nosso peito o azul-grito; pra nos acalentar - traz de volta à nossa infância o branco-alvorada]

a solidão nos olha por dentro, sempre[sabe daquilo que enterraremos conosco,silêncio; sabe daquilo que nos impediram calar, medo]

a solidão nos acompanha,sempre[pelas tardes que nos escapam poentes,angústia; pelas madrugadas que nos invadem famintas,demência]

19 janeiro, 2006 18:00  

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