Lá, no campo de centeio
A vida colhe seus grãos
E os joga um a um
Na cabeça dos que passam
pela estradinha
A terra queima
vira cinza
O vento sopra
e o tempo passa
A vida colhe seus grãos
E os joga um a um
Na cabeça dos que passam
pela estradinha
A terra queima
vira cinza
O vento sopra
e o tempo passa
feito ampulheta

6 Comments:
quando o tempo fica preso na gente só pra não deixar o amor chegar, o que fazemos?
centeio e areia,
tempo de se(r)mear
celebrar
mesmo que tudo pareça
longe, longe
(o vento sabe de nós
AMOR)
Que da vida os versos tantos
E da terra restam prantos
Homem que sabe semear a guerra
E o amor que cura com seus encantos.
Enquanto,
na estradinha segue a vida
cabeça baixa,
esperança erguida.
Estrelas.
(tá lindo por aqui...)
o vento que traz a poeira da terra nos evidencia a ampulheta da vida!
Lindo e revelador poema!
bjs
por quantas vezes mais
grãos e mais grãos
seguirão a marcar
o tempo,
ao contrário
posto que
sem amor
sem amar
preso
sem nós...
Oi Tudo bem? Parceria é algo complicado, veja bem, estou em parceria com A Outra, para um Blog Experimento e ela não me esperou concluir o convite para os leitores, sim, sim precisamos de pessoas como você e de comentários. Então como eu estava dizendo, ela A Outra, passou na minha frente e foi convidando as pessoas de sua forma, então estou aqui, O Outro, para te convidar para nosso "Projeto Experimento: Um Blog Metalinguístico"
Conto com sua presença e colaboração!
O Outro.
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