outubro 14, 2006
que eu compartilho
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4 Comments:
você pensa calar a dor
erguendo-se sob o julgo
da madrugada tingida de ontem
parida das verdades de outrem
(a deificação dos teus medos)
...
você desconhece as palavras que
rumam ao contrário
fazendo da mordaça
o único limite
(a fratura dos teus sonhos)
não calo,
se pisam
no meu
calo.
belo.
bjo.
mas a verdade sempre escapa: é como a luz.
adorei, mari..
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