março 20, 2006


dedicado
àquele
que pela lua
não somente
se guia
pelo rastro
mas segue
seus passos
pelas noites
semi-claras
de luar
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Ela implorava
à lua
que lhe trouxesse
para perto
ou lhe levasse
para bem longe
da sua lembrança
que o pensamento
não podia mais
esperar
E o coração
como relicário
sobrecarregara
por guardar
tamanho amor

Mas era olhar para o céu
e lhe ouvir a voz
e o coração
de novo
suspirava feliz

e não mais importava
dor alguma
que nem o céu
era limite
pr’aqueles tais seres
Sublunares

[as estrelas cadentes não mais lhes
realizavam desejos,
mas revelavam segredos
e paravam para lhes admirar]

2 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Pois é! Amar é assim!
Muito lindo.
Beijo

26 março, 2006 17:44  
Blogger douglas D. said...

sabe, eu ainda amo você. e acho que jamais deixarei de amar. desesperadamente.

20 março, 2022 01:16  

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